Élfico

O Sindarin é a terceira língua artificial mais falada no mundo, perdendo apenas para o Esperanto e o Klingon. Isso apesar de não ser uma língua tão desenvolvida quanto o Quenya.

A Toca CE tem um projeto de iniciar um grupo de estudos sério e periódico de línguas élficas, especialmente o Quenya, ou Alto Élfico. Grupos de linguística com essa finalidade já existiram no Conselho Branco. Um exemplo é o grupo Lambedili, que tinha por finalidade propor o estudo das línguas criadas por Tolkien, em especial as línguas élficas como o Quenya e o Sindarin. O antigo projeto Lambedili tem até uma lista de e-mails no yahoo, a qual você pode ver aqui: http://br.groups.yahoo.com/group/cb_linguistica/

"Lambe" significa "língua", "linguagem". "ndili" significa "amigos". Assim, "Lambedili" seriam os "Amigos das linguagens". Tanto nos antigos encontros do Lambedili quanto nos futuros encontros do grupo de estudos da Toca CE, a proposta é termos aulas de Élfico de forma lúdica e divertida, com a ajuda de todos os integrantes do grupo (em um esquema de revezamento). Hoje em dia há muito material de apoio em português, só é preciso juntar pessoas realmente interessadas e marcar reuniões. As sessões de estudo podem acontecer em encontros marcados pelo grupo da Toca CE, com periodicidade a ser decidida pelos interessados.

E no futuro muitos bons frutos poderão ser colhidos desse nosso próprio grupo "Lambedili", de "amigos da linguagem". Membros do antigo projeto Lambendili do Conselho Branco criaram, por exemplo, o Modo Tengwar Português, que é um método para escrever português usando o alfabeto élfico.

 

 

 

 

 

 

 

 

Workshop de Élfico

Como resultado do esforço de alguns dos nossos amigos da Toca CE, tivemos a oportunidade de apresentar um Workshop de Élfico durante o SANA Fest 2013. O Workshop foi ministrado por Dennis "Menelmacar" Weaver, membro da Toca CE, astrônomo e estudioso da obra do professor Tolkien com interesse em línguas élficas e cosmologia tolkieniana; e Márcio Ávila, também membro da Toca CE, cirurgião dentista e estudioso de idiomas estrangeiros e linguística. Para aqueles que estiveram presentes quanto para aqueles que se interessam em começar a estudar de forma séria e comprometida o Alto Élfico com a gente, disponibilizamos a seguir um breve resumo do que foi dado na oficina e do material utilizado para pesquisa e consulta:

Dennis comandou a parte introdutória do workshop, intitulada "Línguas da Terra Média: Uma breve história dos idiomas élficos." Os principais idiomas falados na Terra Média na terceira era são aparentados em sua forma aos idiomas falados pelos elfos. Por sua natureza praticamente imortal e mais antiga, os elfos desenvolveram ao longo de milhares de anos o Quenya primitivo que foi sua primeira língua ao despertar nas margens do lago Cuiviénen. Uma vez que houve isolamento geográfico e mesmo político, essa língua primitiva divergiu em galhos linguísticos com grafia e fonemas diferentes mas ainda assim reconhecíveis quanto a estrutura. Os dois ramos mais proeminentes foram o Quenya exílico ou Noldorin e o Sindarin. O Quenya exílico sofreu influências de outros idiomas após o retorno dos Noldor à Terra Média e tornou-se o idioma da tradição, dos livros e histórias antigas. O Sindarin espalhou-se e tornou-se a fala entre os primeiros homens que migraram para Beleriand formando com outras línguas humanas o Adûnaico falado em Númenorë. O westron (língua comum) é uma mistura de termos e fonemas dos idiomas élficos mais antigos e do falado pelos homens do norte e leste.

Suas fontes de pesquisa foram principalmente duas. Primeiro, nosso conhecido O Silmarillion, de J. R. R. Tolkien, editado por Christopher Tolkien e publicado pela Martins Fontes. E segundo, O Atlas da Terra-Média, de Karen Wynn Fonstad, publicado no Brasil pela Martins Fontes.

Márcio comandou a segunda e mais extensa parte do workshop, que apresentou o material contido principalmente no primeiro capítulo do Curso de Quenya de Helge Kåre Fauskanger, já publicado no Brasil. As fontes de pesquisa para a apresentação do Márcio sobre o Quenya foram as seguintes:

Curso de Quenya: A mais bela língua dos elfos, de Helge Kåre Fauskanger, 2004 (1ª ed.) e 2011 (2ª ed, revista e ampliada), Editora: Arte & Letra.

As páginas na Wikipédia em inglês e em português sobre o idioma élfico:

http://en.wikipedia.org/wiki/Quenya

http://pt.wikipedia.org/wiki/Quenya

 

Outras páginas e material de interesse:

O site Ardalambion foi criado pelos autores do Curso de Quenya publicado no Brasil. Uma curiosidade é que a tradução brasileira foi feita por iniciativa de um grupo que mantinha uma versão do Ardalambion em português (por isso a versão brasileira do curso não está mais disponível no site deles, apesar da versão em inglês ainda estar disponível no site original). No site em inglês há diversos links e downloads disponíveis, tudo em inglês, naturalmente: http://folk.uib.no/hnohf/

A versão brasileira do Ardalambion ainda guarda diversos textos que podem ser de interesse daqueles que querem saber mais sobre o Quenya e as línguas de Arda: http://www.ardalambion.com.br Veja principalmente os "arquivos" da página, do lado direito.

Aqui há uma página ligada a Valinor na qual você pode ver o significado do seu nome em élfico: http://forum.valinor.com.br/meunome/index.php

Criado pelo antigo grupo Lambedili ligado ao Conselho Branco, o Modo Tengwar Português, que agora tem pretensões de virar livro, está disponível em sua mais recente versão no seguinte endereço: http://forum.valinor.com.br/showthread.php?t=94672 Com este método você aprende a escrever em Português utilizando o alfabeto Tengwar, o alfabeto élfico.

Nesta página http://tengwar.art.pl/tengwar/ott/start.php?l=en você pode fazer a transcrição para as Tengwar (o alfabeto élfico) de qualquer texto escrito em Quenya no nosso alfabeto.

E esta página é muito importante: http://elfico.com.br/ Chamada "Tolkien e o Élfico", ela é mantida por um membro do Conselho Branco, o Rodrigo Jaroszewski. Nela você encontra notícias e muito material e dicas sobre as diversas línguas criadas por Tolkien, mas especialmente sobre Quenya.

Está querendo baixar fontes élficas para usar no seu Word? Seguindo o seguinte link http://www.elfico.com.br/fontes-elficas/ você encontra uma ótima matéria do site Tolkien e o Élfico sobre fontes élficas para download.

Ainda dentro da página do nosso amigo Rodrigo Jaroszewski é possível encontrar um breve comentário do curso de Quenya publicado no Brasil, capítulo a capítulo. Vale a pena conferir, fica na parte de Artigos do site: http://www.elfico.com.br/artigos/

Poema Namárië, O Lamento de Galadriel, transcrito usando o Online Tengwar Transcriber.

Se você tem interesse de estudar élfico com a gente e acredita que terá disponibilidade de participar de encontros mensais e estudar em casa para colaborar com o grupo, deixe um comentário aqui e entre em contato conosco.

Bons estudos!

9 ideias sobre “Élfico

  1. Eu queria ter tempo…

    Muito massa ,sou louco por línguas e não imaginava que eu fosse querer aprender uma língua artificial, meu vontade de aprender até outras línguas artificiais existentes. Muito Bom, e o stand de vocês estava muito bom para o espaço que vc tiveram, bacana!

  2. Tenho interesse em participar, no entanto, vai depender um pouco da periodicidade dos encontros, horário e tal, para confirmar se terei condições reais de participar. :)

  3. Eu gostaria muito se possível, e me ajudaria muito, pois estou escrevendo meu primeiro livro de sonhos. Sempre tive vontade de aprender a lingua elfica, pois a sua escrita e fala, são lindas.

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